ATELIÊ ABERTO: HABITAR OS VÍNCULOS 2025 (ciclo 1)
TERRA SAÚVA
Em agosto de 2025, realizamos o ateliê aberto, onde os artistas Tayná Uràz, Adriane Kariú e Josué Castilho apresentaram as pesquisas e os processos desenvolvidos ao longo de 28 dias de residência.
A programação teve início com a exibição do mural desenhado por Tayná Uràz, que também compartilhou receitas com urucum e cera de abelha para a criação dos bastões de pigmento natural utilizados em suas obras. Logo após, o público pôde participar de uma leitura coletiva do texto “Plantando Estrelas: uma história do tempo em que a terra aprendeu com o céu”, da própria Tayná.
Na ocasião, também ouvimos as histórias de Adriane Kariú, que deu continuidade à sua pesquisa com a série “Sudário do Encantado”, trazendo a cosmologia do povo Kariú/Kariri. Em ateliê, a artista exibiu gravuras, monotipias em papel de arroz e uma animação criada a partir de coletas realizadas durante a residência.
Para encerrar o evento, tivemos a poderosa performance de Josué Castilho e a ativação da instalação “Tramas de águas e raízes de conexões ancestrais do Marajó ao Cerrado”, com vídeo e composição sonora do artista.
TERRA SAÚVA
Em agosto de 2025, realizamos o ateliê aberto, onde os artistas Tayná Uràz, Adriane Kariú e Josué Castilho apresentaram as pesquisas e os processos desenvolvidos ao longo de 28 dias de residência.
A programação teve início com a exibição do mural desenhado por Tayná Uràz, que também compartilhou receitas com urucum e cera de abelha para a criação dos bastões de pigmento natural utilizados em suas obras. Logo após, o público pôde participar de uma leitura coletiva do texto “Plantando Estrelas: uma história do tempo em que a terra aprendeu com o céu”, da própria Tayná.
Na ocasião, também ouvimos as histórias de Adriane Kariú, que deu continuidade à sua pesquisa com a série “Sudário do Encantado”, trazendo a cosmologia do povo Kariú/Kariri. Em ateliê, a artista exibiu gravuras, monotipias em papel de arroz e uma animação criada a partir de coletas realizadas durante a residência.
Para encerrar o evento, tivemos a poderosa performance de Josué Castilho e a ativação da instalação “Tramas de águas e raízes de conexões ancestrais do Marajó ao Cerrado”, com vídeo e composição sonora do artista.






